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Resenha Nossa, Inacabada.

downloadA química entre a gente, nada pode explicar. Só as paredes são testemunhas das loucuras que a gente faz. Meia luz, corpo inteiro. Você se rende aos sussurros que a minha boca faz. Invade. O olhos comandam o ritmo, as mãos desvendam, o sexo devora, penetra. Prazer. Ninguém para nos impedir para parar de se amar numa noite. Pelo menos até o dia raiar novas sensações.

Podemos estar meio loucos, aventura acelerada no pedido da sua calma. Quente. Perdido no sabor do seu beijo, no cheiro de sol exalado, que me faz arder no seu ventre. Ardente. Qualquer fuga programada, mais que suspeita, mas ninguém nos espreita quando voamos juntos rumo ao céu.

Seus lábios me acendem, o calor incendeia meu corpo, a paixão inunda minha alma. Eu me entrego, mais do que poderia, menos do que merecia. Mas temos a lua como o nosso esconderijo. Local onde lhe mostro as estrelas de perto,  onde somos nós. Sou seu, você é minha. E o tempo nos faz vício, sem antídoto. Sentimento de querer que cresce devagar.

Tudo é sempre bom, de ruim é só quando lhe deixo ir. E quando você parte, quase parte o coração, mas alimenta a saudade de mais e mais. Aproveitamos as chances, quebramos as regras, o errado que dá certo, o certo que é errado sem resposta. Medos sem cobrança, cala a boca e me beija. Que rolem os dados, a gente joga o jogo. Fazemos tudo com paixão, pela vontade e pelo desejo que se repete. Me faz querer um amor que eu não sei mais sentir. Perigo.

Não me leve pra casa, me leve pra lua. Porque sou seu ponto fora da curva, nada clichê, rotina que se faz na estrada dos nossos segredos. Desejos. Meu atalho de felicidade, meu desvio de insanidade. Tara. Antes que seja tarde, nosso compromisso é apenas com a felicidade.

Bruno Cazonatti

fevereiro 20, 2014 at 6:28 pm 1 comentário


O Poeta Corrosivo:

Bruno Cazonatti - Carioca, balzaquiano. Um redator feito de resto das estrelas, que insere neste espaço os seus textos e segredos de muitas lembranças caladas, rascunhos amassados e a poeira dos pés da sua curta estrada.
Faz poesia barata com seus segredos revelados em textos compostos de desejos implícitos, e apimenta suas letras mudas, com contos imaginários, salpicados da acidez que aparece entre raios de sol e a tempestade de palavras com aroma de chuva.
Tudo isso, bem misturado às mensagens rabiscadas na essência da sua vida.
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