Lembranças de um Doce Cafuné na Cuca

março 19, 2007 at 2:40 pm 8 comentários

Minha vida é tão doce e sutil. Apesar dos desencontros fúteis e os encontros casuais. E eu sempre me perco e me acho no amor, na admiração, no gostar de algo e até mesmos na falta de afinidades. Até mesmo com meu eu. E os tristes pensamentos se vão com o balanço da solidão. Sinto saudade do colo que um dia repousei. Que um dia também foi meu. Agora, apenas lembranças do bom que ficou. Memórias de ilusão e pensamentos em vão. Presente carente, sua falta tão ausente. Sinto dor no peito, na alma. Sou amante da sua sombra na minha luz. Um dia, no céu, um reencontro. O carinho e o afeto de quem nunca quis viver neste abandono. Nostalgia eterna.

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Sapatos Feitos de Isopor e Saudade Jardins da Mente

8 Comentários Add your own

  • 1. Elton Cruz  |  março 19, 2007 às 4:47 pm

    Nossa, um cara tão doido, porra louca, depravado e tudo mais, expondo o seu lado sentimental e até mesmo feminino. Muito bom.

    Responder
  • 2. Luzzsh  |  março 20, 2007 às 12:47 pm

    Oi Bruno,

    Sei bem o que diz…eu também só sei amar se for assim…

    belo, belo texto…

    Beijo…

    Responder
  • 3. Juliana  |  março 20, 2007 às 1:02 pm

    belo texto.
    Nostalgia é meu nome..

    bjo

    Responder
  • 4. Luz  |  março 20, 2007 às 2:06 pm

    Ai *suspiros* fiquei um pouco triste, mas gostei do texto!
    Bjo

    Responder
  • 5. Coluniandos  |  março 20, 2007 às 2:16 pm

    Visita lá então, ô!

    Responder
  • 6. __Felícia Lun'azul__  |  março 21, 2007 às 12:13 pm

    Ô Bruninho….
    em descansar tua carência no colo de uma Maldita…
    Que o amor sabe pintar com tintas doloridas,
    mas também pode explodir de novo,
    tornando páginas cinzentas, coloridas.

    Te espero.

    Beijos, beijos

    __Felícia__

    Responder
  • 7. Tânia  |  março 22, 2007 às 2:19 am

    Ah estas saudades de colo é nostalgia, mas gostosa, pois rendeu um lindo e apaixonante texto…
    Vou ali procurar o colo da mamãe…
    Beijãoooooooooooooooooo

    Responder
  • 8. Aline  |  março 27, 2007 às 10:16 pm

    Alimento-me de nostalgia.

    Belo belo.

    Beijo :*

    Responder

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O Poeta Corrosivo:

Bruno Cazonatti - Carioca, balzaquiano. Um redator feito de resto das estrelas, que insere neste espaço os seus textos e segredos de muitas lembranças caladas, rascunhos amassados e a poeira dos pés da sua curta estrada.
Faz poesia barata com seus segredos revelados em textos compostos de desejos implícitos, e apimenta suas letras mudas, com contos imaginários, salpicados da acidez que aparece entre raios de sol e a tempestade de palavras com aroma de chuva.
Tudo isso, bem misturado às mensagens rabiscadas na essência da sua vida.
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