Rabiscos da Vida

março 2, 2007 at 11:53 am 5 comentários

Para consertar algumas das minhas linhas, pego a borracha e passo por todas elas. Tudo isso por notar que algumas palavras só se fazem presente no papel. Sempre que tento pegá-las com as mãos, elas escorrem por entre meus dedos. Então, eu controlo a minha angústia e evito rasgar a folha branca de papel. Preciso dela. Pois, é ali que recomeço as novas linhas, a nova estrada. É simples e rápido. Basta rabiscar as letras, apagar as imagens, cortar as palavras e sonhar novamente. Foi assim que percebi que a minha narrativa é simples assim. Depende apenas de mim. Então, sempre resolvo trocar de personagem, mudar meu viés, trocar de página ou, até mesmo, de capítulo. Apenas por um simples motivo: faço a minha história acontecer.

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O Sorriso Não Tarda Para quem Tropeça no Próprio Cadarço Quem guia minha alma é você

5 Comentários Add your own

  • 1. Luz  |  março 2, 2007 às 12:12 pm

    que bonitinho! :o)

    Responder
  • 2. eu mesma, Rê  |  março 2, 2007 às 12:49 pm

    sweet! =]

    ignorar suas visitas? claro que não! até visito-o sempre, pelo blog da Luz… a verdade é que mal tenho tempo de comentar! mas leio seus textos a algum tempo já e sempre venho acompanhar as atualizaçãs! 😉

    Responder
  • 3. Isabela  |  março 3, 2007 às 10:39 am

    … mas vai chegar um tempo em que não se pode mais rascunhar. arte-final sem reedições. é a vida, bruninho. a vida!

    beijos.

    Responder
  • 4. Aline  |  março 4, 2007 às 2:11 am

    Total identidade em tuas palavras.

    Beijos! 🙂

    Responder
  • 5. Juliana  |  março 5, 2007 às 5:25 pm

    É isso ai!!!!
    Para o alto e avante!!

    beijo

    Responder

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O Poeta Corrosivo:

Bruno Cazonatti - Carioca, balzaquiano. Um redator feito de resto das estrelas, que insere neste espaço os seus textos e segredos de muitas lembranças caladas, rascunhos amassados e a poeira dos pés da sua curta estrada.
Faz poesia barata com seus segredos revelados em textos compostos de desejos implícitos, e apimenta suas letras mudas, com contos imaginários, salpicados da acidez que aparece entre raios de sol e a tempestade de palavras com aroma de chuva.
Tudo isso, bem misturado às mensagens rabiscadas na essência da sua vida.
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