Por hoje, talvez só

janeiro 15, 2007 at 11:01 am 3 comentários

Não muito Ácido
Talvez por hoje
Pois, o tempo corre veloz
Mudança alguma
Andança
Anda, não dança
Baila
Venda nos olhos
Segura a minha mão
Leva-me para pisar no teu abismo
Leve
Ata-nos
Mão na mão
Coração Partido
Ferido
Sem amar, não sofro
Sem enxergar
Nada sei
Não te vejo
Sinto
Loucura essa minha
Tentar te esquecer
Absurdo
Maldade
Insensatez
Não muito Ácido
Por hoje, talvez só

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Entry filed under: Ácidos.

Esc Para construir com meus risos, o seu sorriso.

3 Comentários Add your own

  • 1. cabrita  |  janeiro 15, 2007 às 1:38 pm

    ó eu aqui!!!
    dor, pudor, sabor, bolor, temor………
    ?????????

    Responder
  • 2. Aline  |  janeiro 15, 2007 às 7:41 pm

    Obrigada pela visita!

    Vc escreve muito bem, indentifiquei-me bastante com a poesia acima.
    Passarei um tempo sem participar do mundo virtual mas sempre estarei escrevendo.
    Se quiser compartilhar comigo algmas poesias, mandarei pra vc por email.
    Um beijo.

    Responder
  • 3. Juliana Pestana  |  janeiro 17, 2007 às 1:38 am

    Não muito ácido porque a poesia é valsa, dança, alma, sopro leve de esperança.

    Sopro esse que me trouxe aqui…

    bjos meus.

    Responder

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O Poeta Corrosivo:

Bruno Cazonatti - Carioca, balzaquiano. Um redator feito de resto das estrelas, que insere neste espaço os seus textos e segredos de muitas lembranças caladas, rascunhos amassados e a poeira dos pés da sua curta estrada.
Faz poesia barata com seus segredos revelados em textos compostos de desejos implícitos, e apimenta suas letras mudas, com contos imaginários, salpicados da acidez que aparece entre raios de sol e a tempestade de palavras com aroma de chuva.
Tudo isso, bem misturado às mensagens rabiscadas na essência da sua vida.
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