Renascer na Manhã

dezembro 18, 2006 at 1:35 pm 1 comentário

No fim do domingo quente, contemplei as cores no horizonte após mais um pôr do sol na praia de meus pensamentos. Um tom lilás se confunde com um alaranjado meio cinza. Aquarela de Deus. Beleza infindável. E parece que quando o astro-rei se despede, um silêncio seguido por uma brisa leve ilumina ainda mais as luzes da alma. Nunca se apagam. A chuva de raios poéticos invade minha mente e eu esbanjo ginga para dançar sobre as poças das minhas idéias. E as estrelas aparecem para tomar conta do meu céu. Elas acabam com as sombras da noite e preenchem o firmamento com suas belas coreografias assimétricas. Não preciso me preocupar com as luzes artificiais que a vida põe em meu caminho. Sei que logo logo a aurora trará novamente o brilho da minha existência.

Entry filed under: Ácidos.

Germinando Aurora Quimera

1 Comentário Add your own

  • 1. cris  |  dezembro 19, 2006 às 7:01 pm

    Bruno!
    Adorei sua linda passagem em meu blog e digo à vc que aqui é um cantinho especial, cheio de luz e encanto, assim como tua alma…que não nos preocupemos com as luzes artificiais pois, o que vale mesmo é o amor que carregamos e doamos a todos os seres vivos.
    Adorei tudo por aqui!!
    Beijos no coração, Cris

    Responder

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O Poeta Corrosivo:

Bruno Cazonatti - Carioca, balzaquiano. Um redator feito de resto das estrelas, que insere neste espaço os seus textos e segredos de muitas lembranças caladas, rascunhos amassados e a poeira dos pés da sua curta estrada.
Faz poesia barata com seus segredos revelados em textos compostos de desejos implícitos, e apimenta suas letras mudas, com contos imaginários, salpicados da acidez que aparece entre raios de sol e a tempestade de palavras com aroma de chuva.
Tudo isso, bem misturado às mensagens rabiscadas na essência da sua vida.
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